Sobre
rosas morrem todas as poesias,
Tantas
as razões inexplicáveis dos amores inconsoláveis,
Como
os inundasse um secreto fogo
de
tanto arrojo, gritos de novas melodias.
Sobre
o mar deitam-se todos os poetas,
De
fatos escuros, rodeados de pequenos muros,
Como
se imaginar fosse percorrer descalço
sem
qualquer percalço, todas as sagas incompletas.
Sobre
as páginas esquecem-se todas as palavras,
Tantas
as consoantes atrasadas de vogais mal castigadas,
Como
se viver fosse fechar todos os sentidos
a
todos os segredos redigidos, na procura de novas asas.

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